Descobri que minha mulher me trai!

Tenho 32 anos e sou casado há sete. Não temos filhos, moramos no Rio de Janeiro e sempre tivemos uma vida sexual intensa, desde o início do namoro. Há cerca de seis meses tive meu sócio seqüestrado e libertado depois do pagamento de resgate. Logo que ele foi solto, começou a receber ameaças pelo telefone da casa dele, dizendo que se ele falasse muito sobre o seqüestro iriam matá-lo e a mim também. Para não traumatizar ainda mais nossas famílias, foi sugerido que não contássemos a ninguém sobre estas ameaças. Fomos orientados por agentes da polícia federal a grampearmos todos os nossos telefones para tentarmos identificar quem nos ameaçava. É neste ponto que a história realmente começa...
  
  Minha mulher se chama Dani, tem 29 anos, 1,75m, não é gorda nem magra, normal. Ela tem seios médios e uma bunda deliciosa. Um dia eu estava escutando as fitas gravadas pelo grampo do telefone de minha casa e fiquei surpreso com a conversa que ouvi. Dani conversava com uma amiga, Ana, que ela considera ser sua melhor amiga apesar de estar morando em outra cidade já há algum tempo. Comecei a escutar e o papo rolava normal, coisas de mulher. Estava quase adiantando a fita quando escutei a amiga dela falar: - E aí, tem dado muito? E as duas caíram na gargalhada. Resolvi ver até onde aquilo ia, sem nem imaginar o que estava por vir.
  
  Dani respondeu que tinha dado muito na terça. Fiquei chocado, pois terça tinha ido a São Paulo e não tinha dormido em casa. Fiquei sem saber o que fazer, mas continuei a escutar. A amiga perguntou: - Deu pra quem? Dani falou que deu pro de sempre. Quase tive um enfarte. Minha mulher me traía e não era a primeira vez. Dani continuou: - Terça ele estava delicioso, fui pra casa dele umas duas da tarde e voltei quase onze da noite. Matei a faculdade e tudo! Ele me pediu pra levar uma bolsa com as lingeries mais bonitas que eu tivesse, algumas roupas sensuais e sapatos. Quando cheguei, ele não estava (a safada tinha a chave da casa dele). Entrei e encontrei um bilhete em cima da mesa que dizia: - Coloque a bolsa no quarto, vista-se com um conjunto de lingerie, uma roupa sensual e coloque um sapato bonito. Me espere na sala bebendo o vinho que deixei na bar, no balde de gelo, e ligue o vídeo. A fita está dentro.
  
  Ela ia contando e eu ficava cada vez mais sem saber o que fazer. Ela continuou contando que colocou uma calcinha e um sutiã pretos minúsculos e transparentes, que colocou por cima da calcinha uma outra calcinha maior preta também, uma meia 7/8 preta, um vestido florido que eu sempre achei que ela fica com cara de vagabunda, uma sandália de salto alto e muita maquiagem. Dani contou que foi pra sala, colocou o vinho na taça, sentou no sofá e ligou o vídeo. O filme começou e ela contou que rolava uma transa entre um casal, com a mulher chupando o cara, sendo chupada, dando de quatro quando, de repente, aparece mais um homem e a mulher fica dando de quatro e chupando o outro homem. Ela continuou contando o filme e só me lembro que os dois terminam por gozar na cara da mulher.
  
  Dani disse que a esta altura estava totalmente molhada de tesão, quando o tal amante dela chegou. Disse que ele chegou com umas sacolas de compras, uma filmadora e sentou-se ao lado dela. Ele se serviu de vinho, bebeu e começaram a se beijar. Ela disse que ele mandou ela se levantar e desfilar pra ele. Quando ela se levantou, ele pegou a filmadora e começou a filmar. Ela protestou, disse que não queria ser filmada. Ele levantou e deu um tapa na cara dela, disse que ela era a puta dele e que devia fazer o que ele mandasse. Minha vontade era de matar os dois, mas não sei porque continuei a escutar a fita. Ela então falou pra amiga que continuou a desfilar e ele filmando. O cara mandou ela tirar o vestido e ficar passeando pela sala, e depois mandou que ela fosse até a varanda do apartamento só de calcinha, sutiã, meias e sandália.
  
  Ela contou que achava que uns dois vizinhos do outro prédio a tinham visto na varanda e falou que isso deu muito tesão nela. Dani contou que voltou pra dentro e ele colocou a filmadora num tripé, de uma forma que filmava a sala toda. Ele chegou junto dela e começou a chupar seus peitos, que são lindos, diga-se de passagem. Tirou o sutiã e ficou lambendo. Depois mandou ela colocar um pé em cima de uma cadeira e ir tirando a meia e depois a outra meia. Mandou ela tirar a calcinha e ela contou que ele adorou quando ela tirou e apareceu a calcinha minúscula transparente. Neste ponto ela estava com a calcinha e as sandálias e nada mais. Dani falou que ele a sentou no sofá e que a chupou por uns dez minutos, e que toda vez que ela dizia que ia gozar ele diminuía o ritmo e depois voltava, e que ficou assim durante o tempo todo.
  
  Ela quase gozava, ele diminuía, voltava, até que ele mandou ela se ajoelhar no chão e se apoiar no sofá. Ele pegou alguma coisa na bolsa, ela disse não ter visto o que era, e voltou a chupá-la, agora por trás. Ele alternava entre sua bucetinha e seu cuzinho, enfiando a língua ora num ora no outro. Ela disse que estava nas nuvens. Ele começou a enfiar um dedo em seu cuzinho, ela reclamou, ele deu um forte tapa na sua bunda e colocou o dedo todo. Ela disse que gemeu alto e ele a chamou de puta vagabunda. De repente ela sentiu algo vibrando nas suas pernas, e quando se deu conta, ele passava um vibrador em suas coxas. O cara voltou a lamber seu cuzinho, deixando ele todo molhado de saliva. Ele deitou por baixo dela e mandou ela esfregar a buceta em sua cara.

Continua



 erotizado por Eµrojam às 15h53
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Descobri que minha mulher me trai! 1

Continuação

Enquanto ele a chupava, começou a enfiar o vibrador no seu cuzinho, que ela nunca tinha dado pra mim. Ela contava que com o tesão que estava, colocou a mão pra trás e ela mesmo começou a enfiar o vibrador na bunda. Disse que entrou tudo e que ficava enfiando e tirando sem parar, que estava adorando e ele não parava de chupá-la. Ele saiu debaixo da Dani e mandou ela continuar enfiando o vibrador no cuzinho, de quatro, pra ele assistir. Ela obedeceu. Ele mandou ela sentar no sofá e ficar alternando entre chupar o vibrador e enfiá-lo na buceta, que ela disse que escorria de tanto tesão e molhava suas coxas. Dani não agüentou e gozou gritando. Ele foi pra varanda, sentou-se só de cueca numa cadeira, mandou ela ir pro quarto se trocar e colocar outra roupa.
 
 Neste ponto sua amiga dava pequenos gemidos do outro lado da linha e eu me peguei batendo uma punheta com o pau doendo de tão duro. Não entendi como podia estar sentindo tesão em escutar minha mulher contar a uma amiga uma foda que tinha dado com seu amante. Dani falou que voltou pra sala com uma mini saia azul e um top branco, sem calcinha. Ele a chamou pra varanda e mandou ela ficar de quatro e chupar o pau dele. Ela disse que obedeceu e que o tesão vinha cada vez maior, por saber que algum vizinho podia estar observando. Ela estava de quatro, a mini saia no meio da bunda mostrando tudo e ele acariciando seus peitos enquanto ela o chupava. Dani falou pra amiga que ele demorava horas pra gozar e que quando gozava era tanta quantidade, que ela nunca tinha visto igual nem em filmes.
 
 Disse também que o pau dele era um pouco maior que o meu. Dani ficou uns cinco minutos chupando ele e disse que, às vezes, ele dava uns tapinhas de leve na cara dela que faziam ela ficar com a xana toda melada. Então o sujeito levou a Dani, a filmadora e o vibrador pro quarto. Mandou ela trocar de roupa novamente. Dani colocou uma calcinha vermelha, um espartilho, meias 7/8 também vermelhas e um sapato de salto. Ele deitou na cama, ela veio por cima, puxou a calcinha pro lado e sentou em seu pau. Ela gozou na hora e continuou a subir e descer. Dani virou de costas pra ele e voltou a sentar no pau dele, enquanto ele dava tapas em sua bunda.
 
 Ela arqueava o corpo pra frente e deixava seu cuzinho exposto. Ele ia enfiando o dedo, e aos poucos começou a enfiar o vibrador. Ela gozou de novo e gemeu muito alto. Dani disse que ele a chamava o tempo todo de vagabunda, piranha, e isso a deixava com mais tesão. O cara a colocou de quatro e começou a comer sua xana. Depois tirou o pau, direcionou pro seu cuzinho e começou a forçar. Entrou tudo. Ela gemia cada vez mais alto e ele puxava seus cabelos, dando tapas na bunda dela. Ela então esticou a mão e pegou o vibrador, que estava jogado na cama, e começou a enfiar na xana. Ele adorou e disse que o que ela queria eram dois paus de verdade e ela, já gozando de novo, disse que sim, que queria mesmo.
 
 Ele começou a gemer e disse que iria gozar. Pra meu espanto (se é que depois de tudo que ouvi alguma coisa ainda podia me espantar) ele pediu pra gozar na boca dela. Não acreditei! Sempre pedi isso pra ela e eram raras as vezes que ela deixava, e mesmo assim só no rosto. Ele ficou de pé, ela se ajoelhou em sua frente e ele gozou. Gozou em sua cara e dentro de sua boca. Ela chupou o pau dele sem parar, limpou toda a porra que tinha sobrado na pica e depois lambeu a porra que tinha ficado no rosto. Não acreditei e gozei... e gozei muito. Fiquei sem entender como estava sentindo tanto tesão. Acho que a amiga da Dani também gozou pelo telefone, pelos gemidos que escutei. Os dois caíram na cama e ficaram por lá, quietos. Algum tempo depois ele mandou ela pegar uma taça de vinho pra ele. Ela voltou com o vinho e disse que era a última taça, que a garrafa tinha terminado. Mais uma surpresa.
 
 Ele mandou que ela colocasse uma outra roupa. Ela colocou um vestido colado no corpo, sem sutiã, e ele mandou Dani colocar uma calcinha bem pequena, toda enfiada na bunda, marcando o vestido, e ordenou que ela fosse no vizinho, que era amigo dele, e pegasse uma garrafa de vinho que ele tinha deixado lá. Ela hesitou por um momento mas acabou indo. Dani contou pra amiga que tocou a campainha e um homem lindo, alto, bem gostoso (como ela disse) atendeu a porta, vestindo apenas uma toalha, e com os cabelos molhados. Ela falou que estava ali para pegar uma garrafa de vinho que o vizinho disse ter deixado na geladeira dele. Ele fez com que ela entrasse e sentasse no sofá enquanto ele pegava o vinho. O vizinho voltou com a garrafa gelada, ela se levantou, agradeceu e foi até a porta. Ao se despedir ele deu dois beijinhos em seu rosto e disse em seu ouvido: - Você está linda nesta roupa! Adorei a performance da varanda. Ela ficou sem ação e foi embora.
 
 Chegando no apartamento do amante ela contou que ele estava rindo. Ela ficou brava e perguntou se ele sabia que o vizinho estava assistindo o lance da varanda. Ele respondeu que sabia, e que tinha certeza que ela tinha ficado com tesão de ter sido observada chupando o pau dele, de quatro, e com a xana à mostra. Ela se enfureceu e disse que não tinha gostado. Ele a deitou na cama, rasgou sua calcinha e começou a lamber sua buceta. Ela estava molhada e ele riu dizendo que ela tinha gostado sim. Ela foi ficando mole e acabou por confirmar ser verdade que tinha gostado. Ele se ajoelhou ao lado dela, deu o pau pra ela chupar e mandou ela enfiar o vibrador na xana. Ela gemia sem parar, mesmo com o pau dele na boca.

Continua



 erotizado por Eµrojam às 15h52
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Descobri que minha mulher me trai! 2

Continuação

Ele falava que ela queria ter dois paus pra comer ela, que ela era uma puta rampeira. Ela tirou o pau dele da boca e disse: - Quero, quero dar pra dois machos hoje! Ele se deitou na cama e mandou ela ficar de quatro, só chupando. Ela fazia tudo o que ele mandava, e além do boquete, ela pegou o vibrador, esfregou na xana pra deixar ele melado e começou a enfiar ele todinho no cu. Ele pedia pra ela enfiar tudo e ficava perguntando se ela queria outro macho. Ela só balançava a cabeça, sem tirar o pau dele da boca, dizendo que sim. De repente, ela contou pra amiga que sentiu uma língua na boceta. Dani se assustou e tentou levantar, mas foi impedida pelo homem que a chupava, que a segurou pela bunda. O amante deu mais um tapa forte na cara dela e disse que ela tinha pedido.

Ela continuou a pagar boquete, tendo a xana lambida pelo outro, que passou a comandar o entra e sai do vibrador em seu cuzinho. Depois ela contou que eles trocaram de posição e o cara se deitou na cama dando seu pau pra ela chupar, e que o amante foi comendo ela de quatro, sem tirar o vibrador de seu cuzinho. Ela disse que gozou duas vezes seguidas nessa hora e gritou. O amante a empurrou pra cima do outro cara e a fez se sentar no pau dele. Ela acabou tirando o vestido e ficando nua. O amante se posicionou por trás dela e começou a forçar seu cuzinho. Ela disse pra ele meter logo que queria ser toda preenchida pelo dois, e assim ele fez. Eu já estava na segunda punheta e a amiga dela gemia mais forte.

Ela ficava chupando o vibrador enquanto levava pau na xana e na bunda. Dani gozou de novo. Eles cansaram, o cara deitou na cama e perguntou onde ela queria que ele gozasse. Ela pediu: - Por favor, goza na minha cara! Seu pau é muito gostoso de chupar e quero sentir seu gosto. Em sete anos de relacionamento muito poucas vezes ela deixou eu gozar em sua cara, e num só dia já ia experimentar o gozo do segundo homem. Ela ficou de quatro, por cima dele, e começou a chupá-lo. O amante foi por trás e mete na buceta melada da Dani. Ficaram assim por algum tempo até que o cara que ela chupava começou a gemer, disse que ia gozar, ela engoliu o pau dele e ele gozou tudo dentro da boca dela. Ela puxou o rosto dele e começou a beijá-lo, mas ele não sabia que a boca dela ainda tinha muita porra e se assustou. Ele quis sair mas ela o segurou por trás do pescoço e o beijou, deixando a porra escorrer entre a boca dos dois e melar seus peitos.

O amante, vendo aquela cena, não agüentou e disse que ia gozar. Ela pediu pra ele gozar dentro dela, e assim ele fez, gemendo alto. Ela então pediu pra ele deitar por baixo dela e chupar sua xana toda melada de gozo. Ele deitou e ela passou a esfregar a boceta na cara dele, e o gozo dele misturado com o dela escorria pelo canto da boca dele. Ela estava sentada na cara do amante, com os seios melados da gozada que o outro deu em sua boca e escorreu no beijo que deram. Dani pediu pro cara lamber os peitos melados dela e foi atendida. Dani gozou mais uma vez e eu dei a segunda gozada na punheta, me achando louco de sentir tesão escutando minha mulher contar pra uma amiga que tinha dado pro amante e pro vizinho dele. Sua amiga disse que achou demais e que precisava conhecer este homem, ou melhor, estes homens.

Dani disse pra ela que ele havia dado uma cópia da fita pra ela e que se quisesse poderia mandaria por sedex. A amiga falou que queria muito ver a fita. Elas combinaram que ela mandaria uma cópia no dia seguinte, mas que ela tomasse cuidado. A amiga falou que tinha um encontro naquela tarde com um cara que já tinha saído uma vez, da faculdade, mas que só tinha pago um boquete dentro do carro e feito ele gozar em sua boca, e que ela engoliu tudinho. Disse ainda que quando chegou em casa seu marido já estava e que beijou ela na boca com muito tesão, mas não reparou que ela tinha acabado de chupar e engolir a porra de outro cara. O marido a puxou ela pra cima dele no sofá - ela estava de saia - tirou o pau pra fora e comeu ela ali mesmo, adorando ela estar molhada de tesão.

Ela disse que adorou dar pro marido depois de ter chupado o cara e por isso estava tão molhada. Ela contou ainda que pediu pro marido gozar na boca dela, pois queria sentir a diferença do gosto do gozo dos dois e ele não se fez de rogado e gozou tudinho na cara e na boca dela, adorando, pois ela disse que não deixava ele fazer isso muitas vezes, assim como minha mulher faz comigo. Ela disse ainda que uma amiga dela contou que já tinha feito isso, só que pediu pro amante gozar dentro da xana, colocou a calcinha e foi correndo pra casa dar pro marido toda melada de gozo de outro macho. Eu já estava de pau duro pela terceira vez. Elas combinaram de se falar no fim de semana. Era sexta-feira e estava ansioso por saber da transa da amiga da Dani com o amante.

Eu estava no escritório, trancado na minha sala, e pedi para a secretária um jornal de classificados. No final do dia tinha contratado um detetive pra vigiar minha mulher, para que me contasse onde ela estava indo, tirasse fotos e filmasse tudo o que pudesse. Mas o pior é que eu não estava com raiva, e sim com tesão. Estava confuso, mas com tesão. Queria saber mais, queria saber há quanto tempo ela dava pra esse cara, se tinha outros casos e queria saber quem era o cara. Contratei também uma empresa de segurança domiciliar que instalava aparelhos de escuta e de filmagem. Marquei para o dia seguinte a instalação das escutas e das câmeras escondidas na minha casa. Coloquei nos quartos, na sala, na cozinha, nos banheiros. Havia um vídeo especial pra cada câmera que gravaria a semana inteira e instalei em meu escritório no trabalho uma TV e dois vídeos para poder editar as fitas.

Marquei com o detetive todos os sábados, na parte da manhã, em meu escritório, onde ele poderia me repassar o material conseguido e depois eu poderia editar as fitas de casa e as que ele filmasse. Liguei pra minha mulher e disse que passaríamos o fim de semana na praia, para poder deixar a casa livre pra a instalação do equipamento. Dispensei a empregada no sábado e fui pra casa. Como chego por volta das 20h e minha mulher só chega por volta das 22:30h da faculdade, resolvi vasculhar a casa em busca da tal fita. Procurei bastante e achei um fundo falso em uma gaveta, e lá estava a tal fita. Também olhei em seu armário e encontrei todas as roupas que ela descreveu no telefone pra amiga, até mesmo a calcinha rasgada. Coloquei tudo de volta no lugar e fui assistir a fita.

Não acreditava, estava tudo realmente filmado, tudinho o que ela contou, nem mais nem menos, e toquei mais duas punhetas assistindo ao filme. Ela parecia uma profissional, tesudíssima, e adorei a parte em que o amante goza na cara dela pela primeira vez. Adorei vê-la com o vibrador na bundinha, e mais ainda ela dando para os dois machos, um gozando na cara dela e o outro na xana. Coloquei a fita de volta no lugar e esperei ela chegar. Por volta das 22:45h ela chegou. Dani estava com uma saia preta até o joelho, uma blusa de botões creme meio transparente, um soutien creme meia taça que a deixa com os seios parecendo maiores e uma sandália de salto não muito alto. (CONTINUA QUALQUER DIA)


 



 erotizado por Eµrojam às 15h49
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Relatos

Há momentos que marcam, fui deliciosamente marcado por todo o corpo, e as marcas permanecem, mesmo depois. Lembro-me ter despertado por volta das 5h da manhã, levantei, tomei uma ducha fria para compor as energias, me vesti maliciosamente, brincando com minhas partes íntimas, foi maravilhoso, ainda mais sob aquela água gélida. Me dirigi ao trabalho 6h10, pois demorei bastante no banho, e a empresa ficava apenas a 2 quarteirões, fui a pé. Chegando lá tudo estava silêncio, pena que por pouco tempo. A manhã voou, passei a limpo algumas reportagens para expor no site da empresa.
Quando bateu 14h45 parti para o tão esperado almoço, tudo se decorria bem, não quis almoçar, preferi fazer um lanche mais tarde quando fosse embora. Decidi então caminhar até o Shopping, o dia estava claro, temperatura amena, sentia a brisa marítima tocar meu corpo refrescando as idéias, e não imaginava que naquela caminhada aconteceria algo tão quente, aliás, tremendamente quente. Meus olhos sondavam todos que passavam, até que detive-me num par de pernas grossas em harmonia com um vasto par de seios estonteantes e bem delineados. Ficamos nos olhando por alguns minutos, tentei atrair a atenção com meu olhar profundo dirigido ao seu abismo oculto, que se mostrava alto e espesso, até que nos topamos. Disse chamar-se Adelaide e li em seus olhos que me desejava, a convidei para ir em minha casa, perguntou se era próximo, respondi que ficava na rua paralela a que estávamos, exatamente num edifício localizado nos fundos do Shopping. Já marcavam 15h20, ou seja, tínhamos apenas 40min para desenrolar algo, mesmo assim ela topou, e nos dirigimos juntos ao edifício, apartamento 703. Chegando lá ainda, dialogamos um pouco, lhe mostrei algumas fotos, fiz uma ligação, dando a entender que estava enrolando. Disse a ela que não podia me prolongar por mais tempo, mas seus olhos percorreram todo o meu corpo carregados de tesão, percebi o teor altíssimo do seu desejo, mesmo que disfarçasse bem. Levantou-se, foi em direção a mesa, onde havia algumas pedras unidas imitando cachos de uva, eu me pus de pé em sua frente e comentei sobre a beleza do seu corpo, comentei sobre os contornos rosados dos seus lábios grossos e disse-lhe que era uma mulher muito elegante, também elogiou a cor da minha pele e cabelos, e de súbito me beijou levemente. Perguntou-me se tinha permissão para abrir meu blusão, concedi, percorreu meu peito e ventre com suas mãos de pluma, depois puxou-me ao encontro dos seus seios macios e me beijou forte da maneira que gosto. Suas mãos percorriam toda a extensão da minha pele, até que parou e perguntou-me se podia sugar meu sexo, permaneci em silêncio, apenas toquei seus lábios com a ponta dos dedos e balancei a cabeça em sinal de aprovação.
Foi se dirigindo lentamente, atiçando ainda mais meu desejo, até que seus lábios beijaram a ponta, e depois foram se deslizando bem lento aquecendo meu órgão com sua saliva, era maravilhoso assisti-la engolir minha vara. Levantou-se e me beijou, perguntei a ela se podia fazer o mesmo, disse que era toda minha. Me abaixei, fiquei de joelhos em frente aquela porta de entrada já aberta e saborosa, era maravilhoso ouvir sua ofegância, depois continuamos perdidos nos beijos, nos abraçamos novamente, até que virou de costas e guiou meu aparelho em direção a sua internidade úmida, foi tudo perfeito, um show de sexo explicito e excitante, meu mastro deslizava gostoso, sentia a fricção da glande nas paredes estreitas daquele abismo como choques fortes, e quanto mais aumentava a velocidade dos movimentos, mais rápido pulsava meu coração. Ela se contorcia toda, gritando: - Me fode, isto, não pare de meter esta pica gostosa na minha xota, anda, mais forte, mais, mais, isso mesmo.
Tentei seduzi-la ainda mais, peguei um espelho grande pendurado na parede e coloquei sob nossas pernas, para que ela assistisse inclinada minha vara invadindo seu abismo, ela adorou a idéia. Reiniciei os movimentos, desta vez mais fortes e profundos, ela gritava e lágrimas de puro prazer rolavam por seu rosto. Foram maravilhosos todos os segundos, me senti voar, como um jovem que acabara de perder sua virgindade. Meu coração pulava, estava encharcado de suor, carregado de tesão, sentia que ambos iríamos gozar naquele momento, e foi assim, ela se contorcia toda enquanto que acariciava seu clitóris até o ponto exato de senti-la sem forças perante tanto prazer. Neste momento fechei os olhos e imaginei como fora maravilhosa para ela a sensação de sentir meu gozo denso e quente inundando suas profundezas. Nos beijamos longamente ainda tomados pela sonolência do prazer. Lembrei-me de retornar ao trabalho, mas já marcavam 19h, e já começava a anoitecer…



 erotizado por Eµrojam às 00h47
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ESTRANHAS SENSAÇÕES

Ao abrir os olhos , Lilith percebeu-se em um lugar totalmente estranho . Uma sala grande , en-volta na penumbra , mal se podia visualizar o contorno dos poucos móveis espalhados . Não havia janelas , apenas uma sólida porta dava acesso ao cômodo , mas ela não se lembrava de tê-la cruzado . Podia-se ouvir o som abafado de vozes interrompidas por esporádicas gargalhadas .
À medida que os seus olhos foram se acostumando à penumbra , ela pode divisar alguns objetos : uma cama no meio do sala , cercada por umas poltronas e um espelho enorme que cobria uma das paredes .
Ao se movimentar naquele espaço estranho , ela tinha a sensação de estar flutuando . Caminhou até a porta , percebeu-a trancada ao tentar girar a fechadura . Uma mistura de sentimentos a invadiu , raiva e pânico se alternavam , a sua mente procurava uma saída , que seus olhos eram incapazes de encontrar .
Subitamente o barulho que vinha de fora parou , e só se ouviu o som da fechadura sendo destravada . Lilith sentiu -lhe sumir o ar , a respiração suspensa pelo medo , um arrepio percorreu sua espinha .
A porta foi aberta totalmente . Cinco homens , vestidos com túnicas e rostos cobertos por máscaras entraram silenciosamente e foram se acomodando nas poltronas .
O mais alto deles , aproximou-se dela , levantou-a do chão e jogou-a na cama . A surpresa e a rapidez dele tornaram-na incapaz de esboçar qualquer reação . Enquanto uma das mãos do homem cobria-lhe a boca , a outra arrancava-lhe as roupas , expondo-a em toda a sua nudez.
Deita-se sobre ela , afasta-he as coxas com os joelhos , escancarando a cavidade fêmea . O homem a penetra vigorosamente , ignorando o gemido que sua mão ainda afaba. Rompida a resistência inical , ele preenche a vulva contraída. O membro excitado pela pressão das paredes quentes movimemta-se cada vez mais profundamente , pressionando até atingir o limite mais interno ..
O instinto vence a luta contra a razão . A vagina molhada facilita , colabora . mexe . aperta . suga . prende ., exige . O macho explode em gozo . mas a fêmea não está satisfeita .
Lilith vira-se para os outros homens e oferece seu corpo para o prazer deles . Eles se aproximam Quatro pares de mãos exploram todas as cavidades do corpo ansioso por mais prazer . Ela excita os membros masculinos com as mãos , alcança o que mais próximo e o sente crescer dentro de sua boca . Ao mesmo tempo acolhe outro em sua fenda . Movimenta-se para permitir que todos os orifícios de seu corpo sejam penetrados por línguas , mãos e membros endurecidos .
O cheiro acre das secreções corporais espalha-se pelo ambiente Os gemidos roucos de prazer se intensificam . Cada parte do corpo da mulher recebe o gozo líquido dos homens . Fecha os olhos para absorver toda a sensação de prazer que a invade
Lilith abre os olhos . Acordada , sente o gozo escorrer de seu interior .



 erotizado por Eµrojam às 00h46
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A menina Assanhada

Tenho 26 anos, tenho cabelo castanho claro e 1.77 e peso 65 Kg, atraente. Aconteceu numa tarde em um dia agitado de São Paulo, estava indo pegar o ónibus resolver alguns negócios.
Ao entrar no ónibus passei logo para trás antes que o mesmo ficasse cheio. Estava em pé ao lado de uma garota de uns 14 a 15 anos muito bonitinha que ficava me olhando, ela estava sentada no banco mais alto e com o braço ao lado.
Depois de uns cinco minutos o ónibus foi enchendo e eu olhava distraidamente para fora ou talvez pensativo. Quando uma senhora um pouco gorda foi passar atrás de mim acabei encostando no seu braço, e ainda pior essa pessoa ficou parada atrás de mim e sem condições de que eu saísse, sem que eu percebesse meu pau foi endurecendo no braço da garota fiquei meio sem jeito, mas não tinha escolha. Não tínhamos como sair dessa, ela foi gostando e de vez em quando mexia seu braço o que me deixava louco.
A viajem prosseguia não ligando mais soquei meu pau com toda força no seu bracinho, ela sentia cada veia e como estava quente meu membro. Depois de 10 minutos o ónibus já estava bem lotado com mulheres com sacolas do meu lado, meu pau estava doendo, fui mais para o lado, ela estava de camiseta manga curta e não aguentando mais disfarçadamente abri o zipper e tirei o pau para fora segurei escondido com a mão ficando só a cabeça para fora cobri com a camiseta para que ninguém olhasse, comecei a fazer pequenos movimentos.
Os passageiros estavam distraídos e cheios de sacolas. Novamente para minha surpresa ela começou a mexer o braço, meu pau parecia que ia estourar no braço da ninfetinha, de repente ele ficou mais duro e o encostei na parte interna do braço, ela começou a apertar entre o braço e as costa, eu forçava a cada oportunidade, a ninfetinha ia gostando e se entregava.
Nesse envolvimento não sei como a camiseta subiu e antes que eu pudesse fazer alguma coisa encostei em seu braço por dentro da manga da camiseta. Parece que ela ficou um pouco assustada mais estava adorando eu forçava como se a estivesse comendo o ónibus fazia movimentos e eu aproveitada comecei a fazer movimentos sutis de empurrar e voltar naquela pele macia embaixo do seu braço próximo a senti que estava próximo a gozar segurei disfarçadamente com a mão e dei algumas bombadas(minha bolsa no outro braço escondia tudo)não estava mais aguentando soquei o pau de novo , comecei a pulsar e apensar você quer meu leite não é putinha, fiquei louco e comecei a gozar nela, ela não podia fazer nada, dei umas 7 jorradas e o esperma escorria em seu braço ela pegava tudo com a outra mão, o gozo foi tão maravilhoso que fiquei um minuto com meu pau ali deslizando no seu braço molhado, dava vontade de gritar mais me contive, mais foi uma delicia sujar aquela ninfetinha que se sujeitou no ónibus.
O ónibus foi esvaziando e tive que descer dando ainda uma olhada para ela parecia que queria me dizer alguma coisa, mais como fiquei meio indeciso preferi descer. Mas nunca mais vou esquecer aquele bracinho delicioso!!!!

iFranceTantra



 erotizado por Eµrojam às 00h42
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CASADA GRELUDA

Em primeiro lugar, quero dizer que de tanto ler esses contos eu e minha mulher acabamos nos tornando um casal bem safado.
Eu sou moreno claro, 1,75 cm, 70kg e bem dotado. Ela é loira, tem 1,60 cm, 56 kg, pernas grossas, um rabo empinado, uma buceta média mas com um grelo enorme pendurado pra fora dos grandes lábios, às vezes peludinha, às vezes lisinha, mas sempre muito gulosa. Temos, ambos, 30 anos.
Sou voyeur e ela exibicionista ao extremo. Gosto de vê-la se exibindo em locais públicos e às vezes, quando estou saindo para o trabalho, páro o carro fora da garagem da nossa casa e peço para ela que sair só de camiseta ou camisolinha curtíssima e que mostre sua buceta pra mim. Ela fica em pé com aquela cara de safada, empinando a buceta para a frente, expondo seu grelo inchado, principalmente quando trepamos minutos antes de sair.
Tem dias em que ela, só para me deixar doido, mija lá no portão, em pé ou abaixada com a xota arreganhada, saindo aquele jato grosso e forte que chega a fazer barulho. Já cheguei a ficar em pé, botar o cacete pra fora e balançar pra ela ver, punhetando ele umas três ou quatro vezes e guardando logo em seguida. Ele se excita e esfrega o grelo, tocando uma siririca ali mesmo, em pé.
Tudo isso acontecia de manhã bem cedo e a gente pensava que niguem via. Mas esta semana nossa vizinha (uma morena estilo raimunda) apareceu lá em casa e ficou conversando com minha esposa.Ela estava com uma saia jeans bem curta e, a toda hora, cruzava e descruzava as pernas. Até aí minha esposa achou tudo muito natural. Mas ela começou a olhar minha mulher com cumplicidade e perguntou:
- Vocês não têm medo que alguém veja?
- O que ?
Aí a vizinha disse:
- Eu vi você lá fora só de camiseta, sem calcinha.
Minha mulher ficou meio sem jeito.
- Você estava mostrando pro seu marido, né?
Aí minha esposa, já com sacanagens na cabeça, falou:
- Mostrando o que?
- Mostrando a xoxota. Eu vi e não acreditei no que vi.- disse a vizinha.
Minha esposa respondeu:
- Não acreditou em que?
- No tamanho... porque é muito grande .
- O que é muito grande?
- O seu grelo!
- Você não imaginava que existia deste tamanho?
E a vizinha respondeu:
- Bom, só se eu não vi direito!
Minha esposa, muito sacana, sorriu e perguntou se ela queria ver denovo para poder comprovar o tamanho. Aí ela respondeu:
- Quando é que vocês vam fazer de novo?
Minha esposa falou:
- Você pode ver agora, se quiser!
- E se eu ficar com tesão? Naquele dia tive de tocar umas cinco siriricas pra me acalmar.
- Você ficou com tesão no meu grelo ou foi por causa da situação em si?
- Ahhhh... foi tudo, né?
- Se você ficar com tesão novamente é porque gostou mesmo de ver meu grelo.
- Então deixar eu dar uma olhadinha, só pra ver o tamanho dele.
Minha mulher levantou, puxou o short para o lado e mostrou sua buceta. Aí a vizinha olhou e disse:
- Nossa! Como é grande! e botou as mãos entre as pernas.
Minha mulher sabia que ela estava morrendo de tesão e falou
- Você quer ver ele ficar ainda maior?
- Como?
- Então vem aqui e tira meu short.
A vizinha começou com aquele papo de que nunca tinha feito aquilo assim...
Minha mulher perguntou
- Aquilo o que?
- Nunca fiz este tipo de coisa com mulher... Como ele fica maior?
- Vem aqui e tire meu short!
Então ela veio, assim meio com medo. Parecia que estava pegando numa tomada elétrica. Quando ela pegou o short e começou a baixar junto com a calcinha, minha mulher teve uma idéia e puxou a cabeça dela de encontro à buceta já inchada de tesão esfregou na cara dela e falou:
- Se você dar uma chupada neste grelo ele vai crescer mais ainda e na sua boca.
E deu uma rebolada na cara dela com todo tesão. Ela tirou a cara, olhou minha esposa bem no olho:
- Posso te falar uma coisa?
Minha esposa já pensou; será que ela vai sair correndo e ficar brava? Mas ela disse:
- Quero te mostrar minha xoxota como está. E foi logo levantando a saia e descendo a calcinha, empinou também sua buceta morena na direção da minha mulher e disse
- Olha como esta molhada.
Minha esposa disse que olhou e viu aquela gosma espalhada pelos pentelhos, saindo da caverninha.
Então minha esposa terminou de tirar o short que tinha ficado no meio das pernas e falou:
- Como é? Quer ou não ver o meu grelo ficar maior?
- Quero, sim.
Minha mulher mandou ela deitar no chão da sala mesmo e abaixou a buceta bem na cara dela.
- Agora chupa gostoso esta buceta, chupa meu grelo! E ficou rebolando na cara dela.
A vizinha começou então a chupar parecendo que ia engolir o grelo da minha mulher. O bicho ficou ainda maior do que seus 3cm habituais. A morena batia uma siririca das mais loucas, esfregando o grelinho dela, às vezes enfiando os dedos dentro da própria buceta.
Depois de algum tempo, as duas começaram a gozar. Minha mulher quando goza solta uma secreção que parece porra, em grande quantidade. Como ela estava abaixada em cima da morena, a porra foi escorrendo e a morena foi espalhando com língua em toda extensão da buceta ate o rabo onde ela sente bastante tesão.
Aí minha mulher mandou ela ficar de quatro. A vizinha ficou parecendo uma égua no cio, com aquele rabão todo arrebitado e minha mulher chegou a roçar o grelo na buceta dela por trás.
- Mete, mete logo, porra! Quero sentir esse grelão ai na minha racha!
Minha mulher esfregava com o maior tesão do mundo. De repente a morena falou:
- Mija em mim do jeito que você mijou lá fora outro dia! Mija esfregando sua racha na minha, vai... Sua gostosa greluda! Ai, seu grelo tá entrando na minha buceta! Não tira... Tá uma delicia! Mete mais, vai! Mete esse grelo que mais parece uma piquinha... Aiiiii... eu quero chupar sempre... Você deixa eu chupar? Deixa?
Minha mulher não agüentou mais e começou a gozar feito uma louca, a melar o rabo da morena todo...
- Mija... Isso... Mija em mim, gostosa!
Minha mulher começou a mijar um pouquinho e a morena ficou louca. Começou a rebolar e falar
- Como você trepa gostoso... Vai, me come sua gostosa mijona!
Minha mulher ficou em pé e forçou mais um jato de mijo nas costas dela. Aí parece que o tesão foi passando mais e a morena falou:
- Você é louca! Como vou embora toda mijada? E lá se foram para o banheiro tomar banho juntas.

 



 erotizado por Eµrojam às 00h39
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Sexo na mata

Sou branquinha, cabelos pretos, olhos azuis, bunda e peitos grandes e durinhos... O fato que vou narrar aconteceu nas minhas férias. Fui passar uns dias numa cidade da serra mineira. Meu marido não pode ir, por que tinha que trabalhar. Fiquei na casa de um amigo. Estava rolando festa junina na cidade e à noite fomos todos para lá. Como estava muito frio, resolvi beber uma pinga com mel que uns hippies estavam vendendo numa barraquinha. Foi aí que conheci o Valdo... que homem gostoso!! alto, cabelos claros, uma boca de enlouquecer! ele estava junto com os caras que vendiam a pinga. Logo começou um clima de paquera entre a gente. Depois de algum tempo, não resisti e o convidei para dar um passeio comigo. Nesta altura eu já estava louca para beijar aquela boca gostosa, e ele também estava super interessado. Fomos passear na beira do rio. Assim que saímos da muvuca da festa, ele me puxou e tascou um super beijo, que me deixou toda molhadinha na hora... a princípio falei para ele que era casada, e que não iria passar disso (em cinco anos de casamento, foi a primeira vez que dei para outro, até então, só tinham rolado uns beijinhos com um carinha da faculdade), mas aqueles beijos estavam ficando cada vez mais quentes e ele tinha umas mãos fantásticas, que não paravam de percorrer meu corpo todo, me deixando totalmente sem acção. Fomos procurar um lugar mais sossegado. Depois de várias paradas, entramos numa trilha na beira da estrada. Assim que a estrada ficou escondida, ele arrancou minha blusa, deixando meus peitinhos livres para sua boca gulosa... que delícia de chupada! quase gozei só com a boca dele nos meus peitos! Enquanto isso, ele tirou minhas calças, me deixando só de calcinha no meio daquele mato... adoro transar em lugares assim, isso me deixa enlouquecida! Ele se afastou e ficou me olhando enquanto abria o zíper da calça e colocava o pau para fora... que pau maravilhoso! grande grosso (muito maior que o do meu marido). Não resisti e coloquei ele na boca, mas era tão grande que não cabia todo... fiquei um tempão chupando aquele pau delicioso ! Ele quase pirou na minha boca, mas não deixei ele gozar. Ele sentou em uma pedra e eu sentei no pau dele ainda de calcinha e comecei a rebolar bem gostoso... nessa altura a minha xoxota estava encharcada e ele começou a enfiar os dedos nela... que loucura o que senti! gozei várias vezes com o pau dele esfregando no meu grelinho e os dedos dele na minha bucetinha! Quando eu já estava implorando para sentir aquele pau dentro de mim, ele colocou a camisinha, me pôs de quatro e enfiou tudo de uma vez só lá dentro... gozei logo na primeira estocada, mas ele não parou e me fez ter o maior orgasmo da minha vida! quase desmaiei, fiquei com a perna bamba, meu corpo todo tremia... foi aí que ele gozou muito dentro de mim. Ficamos nos beijando e acariciando e acabamos transando mais duas vezes. O pau do cara não ficava mole nunca e eu não parava de gozar. Voltamos para a festa e combinamos de nos ver no dia seguinte. De noite, quando cheguei na festa ele chegou por trás de mim segurando minha bunda e sussurrou no meu ouvido que ia me levar a um lugar especial. Tive que me conter para não sair daí correndo com ele na mesma hora, mas a mãe do meu amigo ficou puxando papo comigo... ele me olhava de longe e eu sentia queimar como brasa... não sei como a mãe do meu amigo não percebeu! Quando consegui me livrar dela, passei por ele na barraca fazendo um sinal para ele me seguir. Já estava toda molhadinha só de pensar naquele pau gostoso na minha buceta! ele me pegou pela mão e me levou por uma trilha até um rio onde tinha uma pedra enorme. Lá ele tinha preparado uma cama para nós com vários cobertores... a lua cheia completava o cenário. Desta vez ele tirou toda a minha roupa devagarinho e me deu um banho de língua maravilhoso... eu estava com tanto tesão que quando ele passou a língua a primeira vez no meu grelinho já tive um orgasmo forte... então ele enfiou a língua dentro da minha vagina e ficou sentindo as contracções do meu gozo... quase pirei! caí de boca naquele pau delicioso e fizemos o mais gostoso 69 da minha vida. Eu não parava de gozar! Apesar do frio, o nosso calor era tanto que tinha uma nuvem de vapor em volta da gente. Depois de brincar assim por mais de uma hora, ele colocou a camisinha e enfiou o pau bem gostoso na minha xoxota... de tão grande e grosso chagava a doer, mas doía muito gostoso! sentei por cima dele com abunda virada para ele e o pau lá dentro da minha buceta. Ele começou a enfiar um dedo no meu cuzinho. No começo fiquei com medo, fazia muito tempo que não fazia anal, ainda mais com um pau daqueles, mas o tesão era tanto que logo relaxei. Ele tirou o pau da minha buceta e começou a esfregar na entrada do meu cuzinho... que sensação deliciosa! Ficamos brincando um tempão até que de repente ele começou a enfiar a cabecinha na minha bundinha... nesta altura fiquei com medo de doer, mas ele foi tão carinhoso e não parava de mexer no meu grelinho, me deixando totalmente relaxada, quando eu vi, o pau dele já estava todo na minha bundinha e eu estava rebolando enlouquecida com os dedos dele na minha buceta, foi uma loucura, gozamos juntos, nunca senti tanto prazer no anal como com ele. Quando ele saiu de dentro de mim, tirou a camisinha e o pau ainda estava duro. Comecei a chupar ele até que ele gozou de novo na minha boca... que porra gostosa que ele tinha, engoli tudinho... eu queria mais e ele também. Transamos até de manhã, usamos 7 camisinhas, no fim ele não tinha mais porra para gozar e minha buceta estava toda esfolada e inchada de tanto dar.

By: Me



 erotizado por Eµrojam às 00h31
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Tudo começou a mais ou menos uns 10 anos atrás quando os meus vizinhos antigos mudaram e veio morar ao lado de nossa casa uma mulher maravilhosa, casada, vamos chamá-la de Carla (nome fictício), ela tem 1,80m, 60Kg, cabelos e olhos castanhos claros 39 anos com um corpo de 25, é um verdadeiro tesão apesar dos quatro filhos que possui. Desde que ela passou a ser minha vizinha, sempre freqüentou a minha casa, é muito amiga de minha mãe, a partir de então sempre tive sonhos com ela, certa vez cheguei até a acordar todo gozado, depois de um sonho. Mas o tempo foi passando e ela cada vez mais gostosa, até que a uns dois anos atrás ela resolveu comprar um computador para os filhos e nessa eu me dei bem, pois na hora de arrumar o computador quem ela chamava, EU. E assim passaram-se mais um ano e meio e eu sem coragem de dar-lhe uma cantada, até que a mais ou menos um mês atrás a sua impressora estava com problemas e quem foi arrumar, EU, e lá fiquei até umas 21:00h e não consegui resolver por completo o problema, neste dia, fui até a casa da minha namorada e conversa vem conversa vai, fiquei sabendo por minha namorada que a Carla não era feliz no seu casamento, conforme conversa que minha namorada e minha mãe tinham tido com a Carla. Ela disse que de nada adiantava ter tanto dinheiro se o seu marido não lhe dava a devida atenção. Bem voltei para casa lá pelas 01:00h da madruga, com aquilo na cabeça, a Carla não era feliz em seu casamento, sabendo que no outro dia teria que ir na casa da Carla acabar com o serviço que tinha começado no dia anterior, ao chegar em casa fui dormir. No dia seguinte acordei lá pelas 09:00h, e fui separar os CD´s e disquetes que seriam necessários para acabar de arrumar o computador da Carla. Lá pelas 14:00h fui até sua casa, e encontrei aquele tesão lavando as suas calçadas, estava calor neste dias, um calor insuportável, ela estava vestindo uma calça coladíssima que deixava a sua bunda maravilhosa, e eu com um calção desses de jogador de futebol, que não precisam de cuecas. Chegando na sua casa, ela como estava trabalhando falou para que eu fosse até o escritório e fosse mexendo no seu computador. Passador uns 30 minutos a Carla chega no escritório falando que o tempo estava muito quente e que ela não estava mais agüentando de tanto calor e sai da sala, neste momento meu cacete ficou duro como uma rocha, quase explodiu, mas continuei a arrumar o seu computador. Após uns 10 minutos volta a Carla, com um roupão na mão e fala que iria tomar um banho, pois não estava mais aquentando o calor e saiu, passado um tempo foi até a cozinha apanhar um copo de água e notei que a Carla estava tomando banho na banheira que fica em um banheiro próximo da lavanderia, ai quase fiquei maluco, meu cacete não queria mais abaixar, voltei até o escritório e quando notei que ela tinha saído do banho, fui novamente até a cozinha para apanhar mais água, mas já com segundas intenções, quando chequei na cozinha pude ver aquela delícia de roupão enxugando os cabelos, me fiz de rogado e disse que só vim até a li para tomar um pouco de água, no que ela disse que estava muito calor mesmo, nisso peguei um copo e quando fui pegar a água na torneira ela falou para eu pegar no bebedouro da geladeira, pois ali a água estava gelada. Falei que não sabia como que se fazia, e nisso ela seguro o copo e a minha mão ao mesmo tempo e me mostra como se fazia, eu quase fui à loucura, depois de encher o copo ela soltou a minha mão e o copo, e eu quase que derrubei este, neste momento meu membro estava enorme, acho que ela notou. Comecei a beber a água e aquele tesão do meu lado, nisso falei que eu estava com muito calor, mesmo estando de calção e regata, no que ela me diz que estava calor mesmo. Recompus-me e voltei para o escritório, nisso ela subiu até o seu quarto e colocou uma minissaia e um top que me deixou louco, quando ela entrou no escritório. Ela perguntou como estava indo tudo bem, eu disse que estava, mas estava faltando os discos de instalação da impressora, nisso ela pegou-os e ao me dar eu fiz de conta que não notei e passei a mão em sua mão, aquilo me arrepiou todo, e a ela também visto que ela soltou um suspiro que me deixou de pernas bambas, novamente ela saiu do escritório e foi até a sala assistir TV, quando foi novamente até a cozinha, eu vi aquela delícia deitada no sofá com aquelas pernas a mostra o que me deixou muito excitado. Quando estava pegando mais água chega ela na cozinha e falou se eu não podia ajudá-la a abrir um daqueles perfumes para os carros, me prontifiquei de imediato e ela me passou o tal perfume e uma faca pontuda, ao apanhar ambos eu passei a mão em sua mão, e ela respondeu com outro suspiro, nisso e não aquentei mais, segurei sua mão e disse a ela que nunca tinha visto uma mão tão linda, tão macia, e ela agradeceu os elogios e disse que eu também era muito lindo e muito carinhoso com ela. Que eu sempre estava lá ajudando-a quando ela precisava. Nisso entra na cozinha a sua filha mais velha, que como a mãe também é uma deliciosa, tem 19 aninhos, é linda. Para disfarçar, voltei até o escritório e continuei com o computador. De repente ouço o barulho de um carro saindo, pensei comigo, deve ser a Carla que saiu, para minha surpresa neste momento entra no escritório a Carla, toda linda, com aquelas coxas a mostra, ela senta-se ao meu lado e pergunta quanto tempo ainda iria demorar, disse que já estava pronto somente estava fazendo algumas configurações para melhorar a performance do seu computador. Ela disse que queria aprender algumas coisas sobre o micro, disse que queria saber como é que funcionava uma enciclopédia em CD que ela tinha, nisso acessei tal enciclopédia e comecei a mostrar-lhe o que ela oferecia, ela começou a roçar sua perna na minha o que me deixou de pau mais do que duro ele parecia uma rocha. Ela começou a mexer no mouse, mas como não tinha prática tive que ajudá-la, novamente eu estava tocando sua mão maravilhosa. Nisso ela achou a parte de biologia da enciclopédia e acessou, ela começos com as partes do corpo humano, passou por todas até que chegou nas partes dos aparelhos reprodutores. Ela acessou o masculino primeiro e começou a comentar sobre o tamanho do pênis que estava desenhado, ela disse que o do seu marido não era nem a metade daquele e que ela sentia muita vontade de ter um tal tamanho.

(continua)



 erotizado por Eµrojam às 00h30
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(continuação)

 Nisso meu cacete já esta pra lá de duro, foi quando eu apanhei a sua mão que esta sobre o mouse e coloquei na minha perna, ela tremeu, arrepiou-se toda, eu com seu consentimento coloquei sua mão sobre a minha ferramenta, que tem uns 19cm, ela começou a acariciar, e a gente se atracou em um longo beijo, nisso ela já estava com ele todo para fora do meu calção e ela disse que era aquilo mesmo que ela esta procurando, mas que devido à amizade entre nossas família nós devíamos parar por ai e disse também que nunca tinha transado com outra pessoa a não ser o seu marido. E saiu do escritório correndo, me deixando maluco, louco de tesão. Nisso como sabia que não havia mais ninguém na casa e mesmo que tivesse, fui atrás dela e a pequei na cozinha tomando um copo de água, cheguei por trás dela abracei-a e disse que a amizade entre nós nada teria com isso, e beijei sua nuca, ela ficou louca, virou-se e me agarrou e se abaixando fez o melhor boquete da minha vida, como ela chupava gostoso, fui à loucura e gozei em sua boca ela engoliu tudinho, e depois me pegou pela mão e me levou para o seu quarto, chegando lá retribuí o que ela me proporcionou, deitei-a na cama e comecei a tirar a sua roupa, quando vi aqueles seios maravilhosos não resisti e cai de boca, ela gemia, gritava, falava que eu era o macho que ela sempre quis. Fui descendo em direção a sua gruta dos prazeres, tirei sua micro saia e vi que ela estava com a calcinha toda molhada, arranquei-a com os dentes ela foi à loucura, falava coisa sem nexo, estava completamente maluca, quando comecei a chupar aquela xoxota maravilhosa, cheirosa, ela falava que o seu marido nunca tinha feito aquilo, e que ela esta gozando como nunca tinha gozado antes. Nisso ela vira e começa a fazer outro boquete, já encontrando o meu cajado em ponto de bala, ela diz para mim, "vem, vem me comer todinha, vem fazer eu gozar, eu não agüento mais, quero você dentro de mim", nisso eu parei de chupar sua xoxota e a coloquei sobre mim para que eu pudesse acariciar aqueles seios maravilhosos, ela posicionou o mastro na entrada da xoxota e desceu de uma só vez, gemendo muito, falando que o marido dela não era de nada, depois de uns 20 minutos em várias posições, todas as que ela gostava, pedi para comê-la de quatro, ela disse que faria tudo o que eu quisesse, coloquei-a de quatro então mandei ver, ela foi à loucura e gozamos juntos. Demos um tempo, e como a Carla disse que faria tudo o que eu quisesse eu voltei a chupar sua xoxota, no que ela respondeu de imediato gemendo e chupando o meu cacete, quando ele começou a dar sinal de vida, comecei a chupar-lhe o cuzinho, vendo que ela não ofereceu resistência partir para as preliminares para comer seu rabinho tão sonhado. Ela disse que o marido dela, o corno, quando fazia amor com ela a machucava demais, porque ele não a deixava excitada, ela disse também que tinha tentado dar o cuzinho para o marido a pedido dele e não conseguiu, pois doeu demais. Eu a tranqüilizei e disse que se ela não quisesse fazer para mim estava tudo bem, ela disse que não que ela queria era perder o cabaço do cu também e que seria comigo. Então parti para o ataque, lambi bem o seu rabinho, e foi enfiando um dedo depois outros e mais outro até que ela se acostumou e ela foi chupando o meu pau para lubrificá-lo, até que ela falou vai logo mete logo esse cacete em mim me arromba inteira, a coloquei de quatro e meti em sua xoxota para lubrificar o cacete, quando encostei a cabeça na entrada do seu cu ela gemeu alto, disse para eu continuar que ela queria ir até o fim, coloquei a cabeça e parei para ela se acostumar, ela começou a rebolar e gemer e mandou que eu colocasse os poucos para ela não sentir dor o que eu obedeci, depois de tudo dentro dela ela começou e rebolar feito louca e a falar coisas como: "você é o macho que eu sempre quis, você será sempre o meu macho, eu darei para você quando você quiser". Depois de uns 15 minutos eu enchi seu cu de porra e ela gemeu alto, dizendo que nunca tinha sentido tamanho prazer. Nos beijamos loucamente, e tomamos um banho e nos vestimos para não deixar suspeitas visto que sua filha estava para chegar, voltei para o escritório e ela foi até a sala assistir TV, após uns 15 minutos sua filha voltou e eu acabei o serviço em seu computador e fui embora, na saída ainda ela me deu um beijo na boca, e disse que sempre que ela estivesse em casa sozinha ela me chamaria, outra hora eu conto como foram as demais transas nossas e até como é que eu tracei a sua filha deliciosa.



 erotizado por Eµrojam às 00h29
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Era 12 de maio de 2.001...

Era 12 de maio de 2.001, véspera do dia das mães e, como todo pai que se preza, tinha que ir até a escola do filhão participar da festinha que seria feita às mães. Em resumo: tava um sábado de merda, tinha que maneirar nas “cervas” e ainda tinha que pagar o mico de todo ano na tal festinha.
 Duas da tarde. Tinha chegado a hora fatídica, nos arrumamos e seguimos até o salão de festas da escola do menino. E logo na entrada tive um choque: Parada na entrada estava a mulher com uma das bundas mais bonitas que eu vira em toda a minha vida. Vou tentar descrevê-la: Redondinha, de tamanho médio e arrebitada, tudo isso colocado sob uma sainha verde-clara não muito apertada, de onde se podia adivinhar uma tanguinha minúscula, a bundinha era tão arrebitada que fazia com que a parte de trás da saia ficasse alguns centímetros mais alta que a parte da frente.
 Disfarcei o quanto pude (afinal, eu tava acompanhado), me postei bem próximo daquele pitéu e não parava de ficar observando aquela maravilha da natureza.
 A festinha prosseguia à toda, em dado momento era a hora de serem distribuídos os comes e bebes e, como era dia das mães, nós, os pais, é que deveríamos distribuir os petiscos. Armei-me de uma bandejinha e tratei de fazer a minha parte. Adivinhem que foi a segunda pessoa (A primeira tinha que ser a esposa, né?) a quem fui oferecer meus serviços? Lógico que foi àquela mulher que carregava aquele monumento no dorso. Ofereci-lhe um salgadinho, ela, além de me dar um “oi”, sorriu e aceitou, sua turma tinha uma quantidade razoável de pessoas, mas não pareceu estar acompanhada do marido, aproveitei-me para analisá-la um pouco mais e o resultado era muito melhor do que se poderia imaginar. Ela tinha um cabelo preto e curto, nariz grande e fino e uma boca também grande, com lábios finos. Tinha uns seios de tamanho médio, enfiados numa camiseta preta. Em resumo: a mulher era um tesão completo.
 Mas, como tudo que é bom acaba... A festinha chegou ao fim, cada um foi pro seu canto, fui embora com minha esposa e filho e ela, estranhamente, foi-se só com o filho, até pensei em especular algo com minha esposa, mas fiquei com medo de dar bandeira e, afinal, não tinha a mínima esperança que aquele avião caísse nas minhas garras.
 Seguia a vida normalmente, até que passados uns três meses, num supermercado do bairro, vislumbrei o traseiro escandaloso enfiado num jeans discreto. Ela estava com um carrinho, sem o filho e estava no freezer, pegando uns iogurtes, passei e, por sorte, ela me reconheceu, nos cumprimentamos, pude perceber que seu cabelo estava um pouco maior e com um tom diferente, parecia castanho, parei próximo, fiz de conta que escolhia algo por ali também, olhei pra ela e recebi de volta um lindo sorriso, peguei uma garrafa de suco de laranja, olhei pra ela e lhe perguntei:
 - Você sabe se esse suco é bom?
 - Não sei, costumo comprar de outra marca, por que você não experimenta? – respondeu ela.
 - Vou experimentar – afirmei – O que eu não consigo tomar de jeito nenhum é o que você tá pegando. Não gosto de iogurtes.
 - Isso, quando bem usado, é uma maravilha – disse ela.
 - Bem usado como? – indaguei.
 - Fica muito mais gostoso quando é lambido, não bebido – afirmou, maliciosamente.
 - Qualquer dia você me ensina como se faz isso, tá? – brinquei.
 - Com todo o prazer – completou ela.
 Não sei se era a minha mente poluída, mas senti algo estranho no ar, conversamos mais amenidades, descobri seu nome (Carla), que era separada, tinha 31 anos (me surpreendi, pois parecia bem menos) e que seu filho, infelizmente, não era da mesma turma que o meu e que ela já tinha me visto em outras reuniões (Me xinguei muito por isso. Como eu não percebera tamanha gostosura?). Disse-lhe meu nome, o que fazia e dei-lhe meu cartão. Na despedida outro susto:
 - Tchau bonitinho! – Falou.
 - Acho engraçado ser chamado de bonitinho depois dos quarenta... – sorri, surpreso.
 - Então. Tchau bonitão. – Devolveu ela.
 - Quando você estiver disposta a me ensinar o bom uso que você faz do iogurte não esqueça de me ligar, ou mandar um e-mail, tá? – provoquei.
 - Tá legal – disse ela, me dando o rosto prum beijinho de despedida.
 E seguiu seu caminho rebolando aquele pandeiro apetitoso.
 Fui embora matutando sobre o que aconteceu. Parecia coisa arranjada; primeiro que não sou nem bonitinho, nem bonitão. Segundo: o que um mulherão daquele quereria comigo???? Terceiro: Se ela já tinha me visto nas reuniões, certamente me viu acompanhado da esposa. Mas, se aquele escândalo resolvesse brincar comigo, seria muito bem vinda...
 Algum tempo depois, recebo em meu serviço um telefonema de uma mulher que se dizia chamar Carla, demoro um tempo pra perceber quem era (Nos meu delírios só a chamava de “A mulher do rabo perfeito”), não fosse o “boa tarde bonitão”, demoraria mais ainda pra descobrir que era. Engatilhamos um papo bem descontraído. Aquela desenvoltura dela ao conversar comigo continuava me deixando desconfiado, mas eu dava corda, afinal, que sabe não poderia sobrar aquele tesão de mulher pra mim.
 Depois deste telefonema vieram, pelo menos um dia por semana ela ligava, numa sexta feira ela me disse que iria àquele mercado comprar mais iogurtes, perguntei-lhe a que horas iria e lhe disse que talvez conseguisse passar por lá... Acho que cheguei cedo demais, pois rodava de um lado à outro e nada de encontrar aquela peida rechonchudinha... Tava quase perdendo as esperanças quando, eis que surge a portadora do assento mais fofo do mundo, deixei que ela passasse por mim e enquanto ela rebolava aquele quadril embasbacante, disfarcei, cheguei bem pertinho e cumprimentei-a:
 - Oi menina! Tudo bem????
 Ela, colocando o rosto próximo dos meu lábios, como quem pede um beijinho, respondeu:
 - Oi bonitão... Tá tudo bem sim...
 Eu, intimidado, retruquei:
 - Pára com esse negócio de me chamar de bonitão que, assim eu fico envergonhado...
 - Quando fica envergonhado fica mais bonitão ainda - disse ela.
 - Vou descontar isso. Cada vez que você me chamar de bonitão vou te chamar de...
 - Do que, bonitão? – perguntou.
 - De gostosa!!!! – afirmei.
 Foi a vez dela ficar vermelha (aliás, ela sim, ficou mais gostosa ainda). Depois sussurrou baixinho:
 - Você acha mesmo???
 - Acho sim... Linda... Um tesão... Gostosa... – falei, bem próximo dela.
 - Não parece... – murmurou.
 Aquilo foi a gota d’água, quase que agarro aquela coisinha ali mesmo no mercado, mas como era um local público, tive que me conter. A única coisa que pude fazer foi dar-lhe um tapinha no traseiro e dizer-lhe, entredentes:
 - Você não perde por esperar....
 Tive que ir embora, pois, se continuasse no mercado, com aquele clima de romance que tava, acabaria não resistindo...
 Despedi-me com um beijinho no seu rosto (daqueles já bem próximo à boca) e pedi que que ela me ligasse na segunda-feira.... Neste fim semana até trepei com minha mulher pensando naquele avião das melhores ancas do mundo...
 Na segunda feira fiquei na expectativa desde a hora em que cheguei, até que próximo das quatro da tarde o telefone tocou. Atendi, do outro lado da linha, a melhor recepção que eu poderia esperar:
 - Boa tarde... Bonitão....
 - Boa tarde gostosa. – Respondi.

Continua...



 erotizado por E†ernoµs às 01h34
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Continuação

- Como você diz assim, se não experimentou? – perguntou..
 - Descubro logo. – brinquei.
 - Quando? – provocou ela.
 - Te ligo quando for possível, acredito que logo, logo eu dê um jeito nisso. – ousei.
 - Tô torcendo por você.... Bonitão... - riu ela.
 Só aquele papinho já serviu pra me deixar com tesão. Depois disso passamos a conversar de outros assuntos mais amenos, ficamos papeando por mais alguns minutos. Na despedida:
 - Até mais, bonitão – despediu-se ela.
 - Até mais. Tesão da minha vida. – devolvi.
 - Hummmmmm!!!! Tô gostando dessa história. Façamos o seguinte: me liga quando der um jeito nisso e tomara que seja loguinho... – riu.
 - Tá bom, se pudesse daria um jeito hoje mesmo. – disse.
 Desligamos e desde aquele momento comecei a pensar num jeito de me encontrar com a dona do buzanfã impecável. Naquele dia mesmo, cheguei em casa e disse à esposa que tinha um curso pra fazer no Rio de Janeiro (fato corriqueiro onde trabalho), não sabia quando, só sabia que teria que ir.
 Feito isso, liguei à senhora dos belos quartos e perguntei-lhe quando poderíamos nos ver, ela disse que ficava por minha conta, como era uma quarta-feira, achei que ficaria esquisito se fosse naquele fim de semana, daria muita bandeira pra minha mulher, consultei minha musa e decidi que iríamos na semana seguinte, ela concordou e disse mais; tentaria trocar naquele fim de semana de apartamento com a irmã, o que nos facilitaria bastante. Azeitado tudo, na quarta-feira, saí de casa com mala de viagem pra três dias.
 A viagem demorou pouco mais de uma hora, só até o apartamento da irmã, que ficava a uma distância razoável de onde moramos (quem conhece São Paulo vai entender o que vou dizer: moramos no Carrão e o apartamento da irmã fica em Osasco, cidade da Grande São Paulo). Apesar de ter me atrapalhado um pouco, consegui chegar ao apê. Bati na porta e a recepção foi muito melhor do que eu imaginava: ela, de bermuda curtinha e camiseta branca, me agarrou no pescoço, grudou suas coxas nas minhas coxas, me deu um beijinho no rosto e continuou grudada em mim, não esperei mais, grudei meus lábios nos dela e grudei as mãos naquela bundinha encantadora. A gente tava quase se comendo, antes mesmo de fechar a porta, nos controlamos um pouco, entrei na casa e ela começou a me mostrar os cômodos, mal prestei atenção, só conseguia enxergar aquele rabinho bamboleante enfiado naquela bermudinha apertada (aquilo mais parecia um calção mesmo!). Tudo o que ela me mostrava, eu ironicamente, respondia com irônicos:
 - Ótimo!!! Um Tesão!!! Adorei!!!
 Ela demorou-se a perceber, mas quando notou, deu um riso sacaninha e disse:
 - Pára de bobeira... Deixa toda essa sacanagem pra daqui a pouco... - Me deu um beijo gostoso na boca. E sugeriu:
 - Por quê você não toma um banho, afinal você viajou bastante de ônibus, né?
 Não entendi muito bem, respondi que acabara de tomar banho, mas.. Como ela insistiu muito...
 Estava me banhando, quando ouvi a porta se abrindo, abri o box e ela estava se olhando no espelho, fingindo que tirava cravos no rosto, estava de sutiã e calcinha brancos, quase pulei direto da banheira pra cima dela, ela me olhou maliciosamente, sorriu e saiu, sumindo da minha vista, devagarinho, sacolejando aqueles glúteos sobrenaturais.
 Acabei o banho em menos de cinco segundos e saí rapidinho, só de chinelos e cueca e fui procurá-la, quando entrei no quarto, ela estava deitava na cama, de ladinho, com um sorriso nos lábios que era absolutamente tentador. Deitei-me de frente pra ela e comecei a beijá-la bem lentamente... Passei a língua primeiro na testa, depois no nariz, depois cada face, no queixo, no lábio superior, no lábio inferior e, finalmente enfiei a língua daquela boquinha, ia do céu da boca, raspava os dentes, encostava nas gengivas e minha mão boba já percorria onde podia e não podia, na mão aquela bundinha parecia ainda melhor...
 Ela me pediu pra que eu esperasse um pouco, saiu do quarto e, antes de entrar, gritou da porta:
 - Fecha os olhos que eu tenho uma surpresa pra você...
 Fechei os olhos, deitado de barriga pra cima, senti no peito algo viscoso, quis abrir os olhos, mas ela não deixou, senti sua língua percorrendo meu peito, quando ela tocou os mamilos (uma das minhas zonas erógenas mais sensíveis), não resisti, abri os olhos e ela lambia algo amarelado no meu peito, perguntei o que era e ele respondeu:
 - Vou te ensinar a gostar de iogurte...

Continua...



 erotizado por E†ernoµs às 01h33
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Continuação

E prosseguiu me lambendo, esparramou um pouco na barriga e lambeu, a essa altura me pau tava quase estourando, jogou um pouco de iogurte nas coxas e lambeu, deixou cair um pouco na cueca, o que me fez reclamar:
- Sujou minha cueca, vou ter que tirá-la. – E tirei...
O sorriso estampado no rosto dela foi cativante, acho que meu pau nunca tinha atingido tamanha dimensão, o bicho tava escandalosamente grande. Deitei-me de novo e pedi:
- Continua com teus ensinamentos...
Ela continuou lambendo as coxas, de vez em quando dava umas linguadas no saco, pegava de leve no pau, mas não o chupava. Derramou mais iogurte nas pernas e veio lambendo o joelho, a batata da perna, derramou no pés, lambeu também e me pediu:
- Fecha o olho que vou te fazer outra surpresa...
Fechei e esperei um tempinho, senti o líquido no meu pau, a mãozinha delicada espalhando-o pelo pau todo, depois a boca... Abri os olhos e a vi já peladinha com o pau na boca e me chupando bem gostoso, foi a melhor chupada da minha vida até então (depois ela se superou algumas vezes)...
Não sei quanto tempo ficamos nisso, sei que pedi pra que ela parasse várias vezes, pois desde a primeira vez que ele encostou a boca no meu pau, eu quase gozei, numa dessas ela fez-se de surda e continuou chupando, foi inevitável. Gozei feito um bicho, só faltava gritar... Ela espalhou a porra toda pelo rosto, lambuzou-se toda e me beijou na boca.
Deitou-se do meu lado e continuamos nos beijinhos, meu pau tava completamente mole, mas eu queria devolver aquele boquete, disse:
- Agora é minha vez de aprender a gostar de tomar iogurte.
Pedi iogurte pra ela, o que ela tinha usado era com mel, pedi um natural (seria mais um pretexto pra ver aquela maravilha de lomba passeando pela casa). Quando ela trouxe pedi-lhe pra que fechasse os olhos e espalhei iogurte pelos peitinhos, chupei-os um de cada vez, a essa altura ela já estava com olhos completamente abertos, depois dos peitinhos, desci até o umbigo, coloquei uma boa quantidade e lambia, enfiando a língua bem lá dentro, ela parecia gostar, fui descendo, pus mais um pouquinho e comecei a lamber aquela bucetinha, levantei suas pernas e lambi bastante a bucetinha, minha mão passeava pelo rabinho, de vez em quando dava uma lambidinha na entrada do brioquinho....
Não tava aguentando mais, tive que subir naquela mulher e enfiar meu cacete naquela buceta, comecei a entrar e sair, rápido... devagar... rápido... devagar. Parei, pedi pra que ficasse de quatro, olhei praquela beleza de bumbum, enfiei de novo na bucetinha e deixava meu dedo passear por aquele reguinho, lambuzei o dedo com iogurte, passei-o pelo reguinho, rocei na entradinha, enfiei e acelerei os movimentos.... Parei, deite-me e pedi pra que ela viesse por cima, dito e feito, ela encaixou, ficou de frente pra mim e rebolava como uma bailarina, ficamos bastante tempo assim, parecia a posição preferida dela (e era mesmo, descobri depois), pedi pra que continuasse por cima, mas que ficasse de costas pra mim, feito isso, acariciava sua bunda, seu cuzinho até explodir num outro gozo. Era um pouco mais de meio dia e já tinha explodido em dois gozos escandalosos... O fim de semana prometia...
Fizemos almoço e como um casal de namorados, almoçamos. Garfadas na boca, sentadinhas no colo, depois uma cervejinha... Deitamos, ela já vestida com uma sainha bem leve, calcinha enfiada na bundinha, eu só de cueca. Dormimos um pouquinho. Quando acordei ela ainda tava meio sonolenta, bundinha encostada no meu pau, segredei-lhe que queria iogurte, ela deu um risinho sacana e foi buscar. Lambuzei a mão, espalhei no seu corpo e recomecei a lambição, pedi pra que ela virasse e só a visão daqueles morros me deixaram de pau duro, desci com a língua pela sua espinha, espalhei iogurte naquele rabo e comecei a degustar aquele assombro, lambia cada banda, dei mordidinhas, espalhei iogurte pelo reguinho, abri-lo e comecei a lambê-lo, quando cheguei ao brioco, ela começou a gemer, melequei o dedo com mais iogurte e enfiei-o no buraquinho, ela já rebolava na minha mão.
Não me fiz de rogado, abri aquela poupança, guiei meu caralho ao olho do cu e tentei penetrar. Ela só murmurou:
- Vai devagar bonitão... Faz muito tempo que não faço isso.. Vai devagar gato...
Empurrei devagar mesmo, parei quando a cabeça entrou, olhei, tava lindo, seu cuzinho rodeava meu pau bem justinho, suas pregas grudavam no meu cacete... Segui empurrando, sempre devagar. Já tinha ido a metade e ela continuava gemendo baixinho.... Empurrei o resto e me alojei definitivamente naquele buraco, quando senti meus pentelhos ralando aquela bundinha comecei a enfiar... tirar... enfiar... tirar... Coloquei um travesseiro embaixo da sua barriga, sua bundinha ficou mais arrebitada ainda, dava pra ver melhor o pau entrando e saindo, eu entrava e saía cada vez mais rápido, não resisti, parei no fundo daquele cuzinho e gozei pela terceira vez naquele dia...
Estava extenuado, mas ainda naquele dia consegui dar mais umazinha... Trepamos inclusive com ela falando ao telefone com seu filho...
Descobri que ela dera o cuzinho quando solteira, já fazia mais de dez anos que não dava...
Aproveitei completamente aqueles três dias, ela regulou o rabinho algumas vezes, mas consegui comê-lo mais uma vez naquele fim de semana.
E agora, toda vez que pego um iogurte, me dá uma paudurescência danada.
Atualmente, nos vemos regularmente, acho que estou apaixonado por essa mulher e, acho que vou conseguir um outro fim de semana como aquele.
 Fim



 erotizado por E†ernoµs às 01h32
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Histórico
01/02/2004 a 07/02/2004

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